quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Making Sense of the Material Past

Making Sense of the Material Past

Past, present and future are three different and interconnected modes of being. We call “past” everything that seems to have vanished but may be partly “conserved” in our (individual or collective) memory. “Material past” would apply to all the objects that make our environment. Traditionally, archaeological objects (in their diversified scales, from the entire landscape to the small fragment of an artefact) were necessarily old, obsolete ones: things out of use, eventually enigmatic by nature, to be deciphered and conserved in museums. But we may also look at the entire material reality as an archaeological one, embedded in temporality. How do we make sense of this proliferation of past references? If modernity has implied the emergence of an elitist archaeology, late modernity, connected to mass tourism, would demand a “popular archaeology”. But it risks to be a commodity as any other form of knowledge, turned into “information”, an object of gaze for a “fast past” consumption. How can we try to invert this state of affairs (the industrialization of the world as a “museum”, as an mystified “heritage”), in order to build a new sense of community? My entire work always intended to be open to different suggestions, instead of giving an “impossible” response.

voj

terça-feira, 16 de novembro de 2010

arqueologia da arqueologia: nótula

para uma arquelogia da arqueologia: algumas notas sobre uma reviravolta necessária nos pensamentos e nos procedimentos


Quando a arqueologia se constituíu nos finais do século XIX como formação discursiva, como “disciplina” científica, destacando-se da história da arte, por um lado, e da longa tradição de antiquarismo, por outro, isso foi um fenómeno ocidental e muito particularmente ligado ao estado-nação moderno (v. Thomas, Julian, “Archaeology and Modernity”, Londres, Routledge, 2004). Cada país procurou firmar as suas raízes na mais remota antiguidade e seus “testemunhos” mais ou menos míticos, quer greco-latinos, quer nacionais (estes sobretudo naqueles países que tinham ficado fora do âmbito territorial do império romano): mas o “movimento nobilitador e identitário” é o mesmo. Como outra face da moeda, as “ciências naturais” (geologia, biologia), o evolucionismo e a ideia de uma “história natural do homem”, aliadas à etnografia dos “selvagens” (ou “primitivos”, uma invenção ocidental que legitimou todos os colonialismos), impuseram a noção de uma pré-história comum a toda a humanidade. Aí a disputa foi menos pelos pergaminhos nacionais em termos de grandes feitos expressos em monumentos e obras patrimoniais, e mais em torno da “antiguidade” maior ou menor dos indícios do “progresso” (grau de hominização dos indícios fósseis, antiguidade da “arte rupestre”, pioneirismo em torno de “descobertas” técnicas e produtivas, etc., etc).

Neste quadro, bem conhecido, é interessante repensar o conceito de história, e em particular de pré-história, e, como sintoma, o próprio desinteresse que tem havido por parte da União Europeia em, ao contrário do que poderia ser de esperar, fazer da sua “pré-história comum” um elo de ligação entre povos, nações, estados. Porquê, por exemplo, esse estatuto de margem dos “pré-historiadores”, dos arqueólogos das “origens”?

O discurso, ou narrativa, da continuidade, com a teleologia implícita, e a con-fusão, inerente à história, entre antecedentes e causas (descrever é perceber, é explicar mas diferentemente das ciências do cálculo), ligados à procura das “origens”, da archè, em particular na nossa tradição greco-latina e judaico-cristã têm sido discutidos por numerosos autores.

A mim interessa-me tentar prolongar algumas questões suscitadas por Giorgio Agamben no seu texto “Arqueologia filosófica”, inserto no livro (cito a tradução francesa) “Signatura Rerum. Sur la Méthode” (Paris, Lib. Ph. J. Vrin, 2008, pp. 93-128, na linha de Nietzsche, Foucault, e outros, e convocando também o pensamento de Walter Benjamin (noção de “reactivação”) e de Jacques Lacan, e do que na sequência deles se tem pensado sobre a condição do ser humano. Sem esquecer Alain Badiou ou Slavoj Zizek.

A minha convicção é a de que lavramos num mito fundamental, e esse nosso mito ocidental (que, como outros produtos ideológicos, “vendemos” a todo o mundo) é o da história e do tempo “continuista”, cronológico, tal como o temos pensado, tanto do lado dos “reformistas” do estado social (hoje falido), defensores de uma “redenção” por passos, como dos “revolucionários” sonhadores de um “tratamento de choque” igualmente de cariz religioso, escatológico, mesmo que não assuma aspectos fundamentalistas e se procure integrar nos quadros parlamentares do chamado “estado de direito”.

A questão do evento, da sua imprevisibilidade, e das rupturas que se darão certamente numa civilização que parece já viver no apocalipse, no “fim do tempo”, como diz Zizek, eis o que me interessaria debater.

Tendo consciência de que estes considerandos são apenas um resumo de uma reflexão que julgo crucial e que tenho em curso (e que se expressou resumidamente na lição inaugural do ano lectivo que fiz a 13 de Outubro da FLUP intitulada “A Arqueologia e as suas Metáforas”).

Porto, 15 de Novembro de 2010

Vítor Oliveira Jorge

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

JOURNAL OF IBERIAN ARCHAEOLOGY Volume 13 - 2010

JOURNAL OF IBERIAN ARCHAEOLOGY

Volume 13 - 2010

Contents

Vítor Oliveira Jorge

Editorial

Joana Valdez

Schematic and Atlantic Rock Art: a comparative study.

The case study of Monte de Góios (Lanhelas, Caminha)

Ben Watson

Psychoanalysis and prehistoric art

Patrícia Bruno, Paulina Faria, António Candeias & José Mirão

Earth mortars use on prehistoric habitat structures

in southern Portugal – Case studies

Lídia Maria Gonçalves Baptista

The Late Prehistory of the Watershed of the Ribeiras of Pisão and Álamo

(Beja, South Portugal): a Research Programme

António do Nascimento Sá Coixão & Tony Silvino

The villa of Vale do Mouro (Coriscada, Portugal)

Sérgio Alexandre Gomes

Archaeology and the politics of inheritance

Trabalhos publicados de Susana Oliveira Jorge (de 1972 a 2002 essencialmente... de então para cá a lista está muito incompleta)


(Clique sobre as imagens de texto para ampliar e ler...)











sexta-feira, 29 de outubro de 2010

JIA 13 - 2010 -Editorial

EDITORIAL

The world has changed drastically since the appearance of the first issue of this journal, in 1998 (vol. 0). Of course the constant reinforcement of the neoliberal way of life, and the crisis (“state of emergency”, actually) that it implies at the present moment, are no benefit for small non-profit associations like ADECAP, permanently at risk of extinction.

I remember the enthusiasm that my idea of creating ADECAP and JIA had raised in my friends here in Porto and elsewhere, and in general in colleagues, in Portugal, Spain, and beyond. JIA was, and still is (or intends to be), the only journal in the world of English language (now the international language of scientific communication) that brings Iberian archaeology and its questions and achievements to an interested audience. But ADECAP and JIA depend on certain supports, and first of all on the support of their own associates/readers. So I call all people interested in the maintenance of this activity to effectively help us. I would risk saying that we should be proud of what ADECAP has done, over all these years, to reach the goal of a greater internationalization to our archaeology.

I evoke with nostalgia a meeting of four friends (Susana O. Jorge, Manuel Santonja, Margarita Díaz-Andreu and me), two from Portugal and two from Spain, in the Plaza Mayor of Salamanca. That beautiful place in Iberia, where we planned with joy and hope the great lines of this project, and of the 3rd Congress on Iberian Archaeology. It was, if my memory does not fail me, around 1996 or 1997… What a long route made since then!

Speaking for myself, I could surmise in brief words my own trajectory.

Obviously, in studying the so called "prehistory", my interest was never a descriptive/narrative one – to know and expose how “they were in the past”, to tell a story, or the stories that make history in its traditional sense – but when I was young I was fascinated by the mythical problems of “origins” so typical of our culture. Origins of humans, origins of art, origins of thought, origins of architecture and the transformation of “landscapes”, etc., etc.
I know that this historical matrix is mythical – in the sense that there are no "origins" (except in very particular senses), but instead a continuous unfolding of new things with no beginning or end. Prehistoric archaeology took me very early in my career to a drive into anthropology. I always felt that I needed to get a distance from my own "culture", this our common Roman-Greek tradition, which functions as a screen to "prehistoric times". "Before the Romans"... it was my field of research - a search for the unknown, the other, the totally different.

Since the beginnings of the 90s I have read several papers by Tim Ingold, now Professor of Anthropology, Aberdeen University, Scotland. Then his book on "The Perception of the Environment" (Routledge, 2000 – pb 2002) appeared, and it was a revelation for me. Ingold was very much in the line (among others) of phenomenology, and in ecological psychology (James Gibson, etc.). Indeed, this is fascinating, because from that point he has been changing anthropology entirely.
For instance, our old common distinction of mind and body, of experience and thought, are dissolved. But indeed he goes very much beyond that, and he even proposes a dissolution of the boundaries of biology and psychology, etc. Actually, he is envisaging the base for a sort of “new synthesis”, in a certain way, or at least a completely surprising approach (see for instance his contribution to the book "Cycles of Contingency", ed. by Susan Oyama and others, The MIT Press, 2001).

Of course the very idea of thinking is to get rid of dogmas, whatever they may be, and to be cautious of any fixed set of ideas, even when we admire very much something or some line of thought. To think is like living in general - to compare, to get and to conserve, and moreover to discard, to pick from here and there, and to try to find our own way, our own voice, or own identity. Knowing that it is just the result of a particular combinatory that stays mostly unconscious. To do it with time, in spite of the “fast production” move that is so typical of neoliberal systems, for whom the university is ultimately just a machine to deliver new products for the market, demands a constant effort. Knowledge is not just a commodity as any other else: information. No, we do not want that.

I do not trust text books, superficial readings, things that I do not have the time to examine carefully by myself. But, tragically, life does not afford us that availability of time to study anything conveniently, when we are not only domestically concerned with our own “field” – within our productive cell, or our mental prison, in fact. To get out of that “prison” and to "feel free", but not becoming “out of mind”, lost, is indeed a very difficult task. Many do not take these risks... because it is an anxious experience and a very lonely one as well. There is no team-work possible in this auto-definition... Although “daily life” and the academy force us to be connected to a multiplicity of experiences, some of which are very rewarding indeed.

The book by Julian Thomas, “Archaeology and Modernity” (London, Routledge, 2004), and the lectures that he made in Porto that same year, helped me a lot. It was quite illuminating.

Aldo in 2006 I found the books by the Slovenian philosopher Slavok Zizek, now a very known author, whose work I had completely missed until that year. He is a Lacanian, and in a certain way a Hegelian, and a Marxist too.
He has a strange capacity to fly over the entire field of thought and to bring together things that seem to come from very different experiences and traditions of thought. Indeed, he is fascinating.
In 1996 I read his book, "The Parallax View" (MIT Press, 2006), where, among many other things, he refers to the Portuguese neurologist António Damásio.

And at a certain point (p. 227) Zizek writes:
“(...) what am I ? I am neither my body (I have a body, I never “am” my body directly, in spite of all the subtle phenomenological descriptions à la Merleau-Ponty that try to convince me to the contrary) (...)”

But the crossing between psychoanalysis and anthropology was never an easy one, in spite of the importance that the anthropological and archaeological knowledge of the time had in the very elaboration of Freud's explanations.
Today, with suggestions coming from the heterogeneous “field“ of “critical thought”, a conventional way of putting together people like Lacan, Foucault, Derrida, Lyotard, Agamben, Deleuze, etc. the archaeologists are confronted with a very difficult task. To understand the human, the social, and society they cannot just ignore those authors. And their reading, and the fascinating links that we may create from that reading, are not an easy task…

Vítor Oliveira Jorge

(University of Porto)

General Editor

terça-feira, 14 de setembro de 2010

JIA 13


A revista da ADECAP, vol. 13, 2010,

juntamente com os Trabalhos de Antropologia e Etnologia, revista da SPAE, volume 50


vai ser lançada no próximo dia 4 de Dezembro, no Centro Unesco do Porto, R. José Falcão, 100, pelas 15 horas.


Apareça, há a seguir a anunciada conferência...

e a entrada é livre!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Publicações da ADECAP - nosso distribuidor

Conferência


Dia 4 de Dezembro de 2010, sábado
15,30 h.
Centro Unesco do Porto - R. José Falcão 100 (perto da livraria Leitura)
Conferência, com entrada livre, promovida pela ADECAP,
de Ana Margarida Vale, doutoranda da FLUP
sobre
CASTANHEIRO DO VENTO, UM SÍTIO DO CONCELHO DE VILA NOVA DE FOZ CÔA: PARTICULARIDADES E PROBLEMAS DE INTERPRETAÇÃO DE UM ESPAÇO DE HÁ 5/4.000 ANOS



Colab. Fund. Eng. António de Almeida


Antes, às 14,30 h, haverá a AG anual da ADECAP - pedimos a todos os sócios que compareçam e que actualizem as suas quotas, pois a associação passa por uma situação de grande dificuldade financeira

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Trabalhos publicados de Vítor Oliveira Jorge entre 1968 e 1988

Lista dos meus trabalhos publicados - 1968 a 1988
Principais publicações
(haverá lapsos, mas não serão muitos... aliás, se alguém se lembrar de algum, desde já agradeço que mo sinalize; em 2008 completo 60 anos, e 40 anos desde que comecei a publicar)
Arqueologia, antropologia, temas afins

1 - Introdução à aplicação de computadores electrónicos em Arqueologia, Revista de Guimarães, vol. LXXVIII, fasc.1-2, 1968.
2 - A propósito do Historisk-Arkaeologisk Forsogscenter na Dinamarca, Revista de Guimarães, vol. LXXIX, fasc.3-4, 1969.
3 - Estatuto epistemológico da Paleo-antropologia cultural, Novas Perspectivas das Ciências do Homem, Lisboa, Presença, 1970; 2ª ed. 1974 (este livro foi coordenado pelo autor, em colaboração com Luís Moniz Pereira e José António Meireles, e resulta de um Colóquio pelos mesmos organizado em Lisboa, no IST, em Abril de 1970).
4 - A arqueologia no contexto da actual metodologia científica: uma perspectiva, Actas das I Jornadas Arqueológicas da Associação dos Arqueólogos Portugueses, Lisboa, vol. II, 1970.
5 - Tipologia y tipólogos del Paleolítico, Boletín del Seminario de Estudios de Arte y Arqueología de la Univ. de Valladolid, vol. XXXVI, 1970.
6 - Tipologia e tipologistas do Paleolítico, Arqueologia e História, 9ª série, vol. III, 1971 (versão portug. do trabalho anterior).
7 - Prospecções arqueológicas no Concelho de Torres Vedras: 1) Materiais líticos do Alto da Vela (Santa Cruz), jornal Badaladas, Torres Vedras, nºs 786-787-788, 1971.
8 - Materiais líticos da jazida pré-histórica do Porto da Bôga (de colab. com Eduardo da C. Serrão), Actas do II Congresso Nacional de Arqueologia, Coimbra, vol. II, 1971.
9 - O povoado fortificado neo- e eneolítico do Penedo de Lexim (Mafra) (de colab. com J. M. Arnaud e V. S. Oliveira), O Arqueólogo Português, série 3, vol. V, 1971.
10 - Contribuição para um programa de pesquisa do Paleolítico antigo e médio português (de colab. com E. C. Serrão), Revista de Guimarães, vol. LXXX, 1970, fasc. 1-2; vol. LXXX, fasc. 3-4; vol. LXXXI, 1971, fasc. 1-2.
11 - Los conceptos de estilo lusitánico y micro-lusitánico en el Paleolítico portugués: contribución para su revisión (de colab. com S. O. Jorge, F. S. Lemos, J. P. Monteiro e M. A. Querol), Cronica del XII Congreso Nacional de Arqueología, Zaragoza, 1972, pp. 41-52.
12 - Conjuntos Industriais de Seixos Afeiçoados do Sul de Portugal: Aspectos e Problemas, Lisboa, Fac. de Letras, 1972, 2 vols (diss. de licenc.ª em História, policopiada) (deposta em várias bibliotecas da especialidade).
13- O complexo de arte rupestre do Tejo (Vila Velha de Ródão-Nisa): notícia preliminar (de colab. com S. O. Jorge, F. S. Lemos, J. P. Monteiro, M. A. Querol e E. C. Serrão), Arqueologia e História, IXª série, vol. IV, 1972, 38 pp.
14- O complexo de arte rupestre do Tejo (Vila Velha de Ródão - Nisa): primeiras hipóteses e programa de trabalhos (de colab. com S. O. Jorge, F. S. Lemos, J. P. Monteiro, M. A. Querol e E. C. Serrão), O Arqueólogo Português, sér. III, vol. VI, 1972, pp. 63-77.
15 - Jazidas 1 e 2 do Monte da Faia (Rio Caia, Portalegre): notícia preliminar, O Arqueólogo Português, série 3, vol. VI, 1972.
16- Novas estações pré-históricas do litoral de Porto Covo (Sines): notícia preliminar, Actas da II Jornadas Arqueológicas da Associação dos Arqueólogos Portugueses, Lisboa, vol. I, 1973.
17 - Paleolítico, Verbo. Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura, Lisboa, Editorial Verbo, vol. 14, 1973, col. 1125-1126 e 1131-1133.
18 - Pedra (Idade da), Verbo. Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura, Lisboa, Editorial Verbo, vol. 14, 1973, col. 1550-1552.
19 - Estudos arqueológicos na região da Ganda, Boletim da Câmara Municipal da Ganda, Angola, vol. 7, 1974.
20 - Breve introdução à Pré-história de Angola, Boletim da Câmara Municipal de Sá da Bandeira, Angola, vol. 36, 1974.
21 - Complexos industriais de seixos afeiçoados no mundo: uma panorâmica. Arqueologia e História, 9ª série, vol. V, 1974.
22 -Breve nótula relembrando José Matias Delgado, Arqueologia e História, 9ª série, vol. V, 1974.
23 - Novos rumos da investigação arqueológica: o Centro de Análise Documental para a Arqueologia, de Marselha, Estudos Arqueológicos, Setúbal, Assembleia Distrital, vol. I, 1974.
24 - Prospecções arqueológicas no âmbito do Paleolítico do Concelho de sesimbra (decolab. com E. C. Serrão, F. S. Lemos e J. P. Monteiro), Estudos Arqueológicos, Setúbal, Assembleia Distrital, vol. I, 1974.
25 - Breve introdução à Pré-história de Angola, Revista de Guimarães, vol. LXXXIV, 1974.
26- Castelo de Sesimbra - resultados de uma sondagem preliminar realizada na área da antiga habitação do Alcaide-Mor (princípios do séc. XVI) (de colab. com S. O. Jorge e E. C. Serrão), Setúbal Arqueológica, Vol. I, 1975, pp. 3-19.
27 - Novas estações arqueológicas do Sudoeste de Angola, Revista de Guimarães, vol. LXXXV, 1975.
28 - Breve notícia sobre o IXº Congresso da União das Ciências Pré-históricas e Proto-históricas (Nice, 13-18 de Setembro de 1976) (de colab. com S. O. Jorge), O Arqueólogo Português, sér. III, vols. VII-IX, 1975-77.
29 - Um programa de pesquisa no domínio do megalitismo do Noroeste de portugal, Cronica del XIV Congreso Nacional de Arqueología, Zaragoza, 1976.
30 - Menhirs du Portugal, L' Architecture Mégalithique, Vannes, société Polymathique du Morbihan, 1977.
31 - Ensaios sobre Paleoantropologia Cultural, Porto, Centro Universitário (recolha de alguns dos textos anteriormente citados), 1977.
32 - Pré-história - significado e importância actual desta ciência, Boletim Cultural do Ginásio Clube Vilacondense, Vila do Conde, vol. 2, 1977.
33 - Alguns elementos para o estudo dos recintos muralhados do Planalto da Humpata (Região da Huíla, Sudoeste de Angola), Revista de Guimarães, vol. LXXXVII, 1977.
34 - Sobre o conceito de Pré-história - breve apontamento (de colab. com S. O. Jorge), Revista de Guimarães, vol. LXXXVII, 1977, pp. 247-257.
35 - Impressões de um estágio na Universidade de Rennes, Aspectos e Métodos da Pré-história, Porto, GEAP, 1978.
36 - Fossas Abertas no Saibro, do Concelho de Baião: I - Bouça do Frade e Tapado da Caldeira (de colab. com A. H. B. Gonçalves e S. O. Jorge), Porto, Instituto de Antropologia da FCUP, 1978.
37 - Escavação de um túmulo megalítico: problemas metodológicos, Setúbal Arqueológica, vol. IV, 1978.
38 - O megalitismo do Norte de Portugal, Revista de Guimarães, vol. LXXXVIII, 1978.
39 - O megalitismo na Bretanha, Revista de Guimarães, vol. LXXXVIII, 1978.
40 - Perspectivas do estudo do megalitismo do Norte de Portugal, História, Lisboa, vol. 4, 1979.
41 - A Estátua-menir de Faiões (Chaves) (de colab. com Carlos Alberto F. Almeida), Porto, GEAP, 1979.
42 - Fossas Abertas no Saibro, do Concelho de Baião: II - Monte Calvo e Vale de Quintela (de colab. com A. H. B. Gonçalves e S. O. Jorge), Porto, Instituto de Antropologia da FCUP, 1979.
43 - A Pré-história nos manuais do ensino secundário, História, Lisboa, vol. 7, 1979.
44 - O megalitismo do Norte de Portugal, Actas da Iª Mesa-Redonda sobre o Neolítico e o Calcolítico em Portugal, Porto, GEAP, 1979.
45 - Escavação das mamoas 2 e 3 de Outeiro de Gregos (Serra da Aboboreira, Baião), Revista de Guimarães, vol. LXXXIX, 1979.
46 - Escavação da mamoa 3 de Outeiro de Ante (Serra da Aboboreira, Concelho de Baião), Actas do Seminário de Arqueologia do Noroeste Peninsular, Guimarães, vol. I, 1980.
47 - As fossas ovóides abertas no saibro do concelho de Baião (distrito do Porto) e o seu significado no contexto da Arqueologia do Norte da Península Ibérica (de colab. com S. O. Jorge e A. H. Gonçalves), Actas do Seminário de Arqueologia do Noroeste Peninsular, vol. I., Guimarães, 1980, pp. 133-144.
48 - A arte rupestre, História, Lisboa, vol. 18, 1980.
49 - revista Arqueologia (direcção), Porto, GEAP, 1980-1989 (20 vols. publicados; também os vols. 24- 1999 e 25-2000 já publicados sob sua direcção).
50 - Laboratórios para datações absolutas e para análise de pólens fósseis: necessidades inadiáveis da Pré-história portuguesa, Arqueologia, vol. 1, Junho1980.
51 - Nótula sobre a fossa aberta no saibro de Outeiro de gregos (Serra da Aboboreira, Baião), Arqueologia, vol. 1, Junho 1980.
52 - Sobre uma estrutura situada na periferia da Mamoa 2 de outeiro de gregos (Serra da Aboboreira, Baião), Arqueologia, vol. 2, Dezembro 1980.
53 - A Mamoa 2 de Outeiro de Gregos (Serra da Aboboreira - Baião), Revista de Guimarães, vol. XC, 1980.
54 - Escavação da Mamoa 1 de Outeiro de Gregos (Serra da Aboboreira, Baião), Portugalia, nova série, vol. I, 1980.
55 - Novas Fossas Abertas no Saibro da Área da Serra da Aboboreira (Concelhos de Baião e Marco de Canaveses) (de colab. com S. O. Jorge, M. J. Sanches, A.H. Gonçalves, D. J. Cruz e S. H. Correia), Porto, GEAP, 1980.
56 - A Estátua-Menir Fálica de Chaves (de colab. com C. A. F. de Almeida), Porto, GEAP, 1980.
57 - A melhor forma de defender o património é estudá-lo, Arqueologia, vol. 2, Dez. 1980.
58 - Escavação da Mamoa 1 de Outeiro de Ante. Serra da aboboreira - Baião, Setúbal Arqueológica, vol. VI-VII, 1980-81.
59 - Os primeiros caçadores da Europa temperada: o Mesolítico, História, vol. 28, 1981.
60 - A propósito da Aboboreira - uma experiência de análise territorial em Arqueologia, Arqueologia, vol. 3, Junho1981.
61 - Gravuras rupestres de Mazouco (Freixo de Espada-à-Cinta) (de colab. com S. O. Jorge, M. J. Sanches, C. A. F. Almeida e M. T. Soeiro), Arqueologia, 3, Junho 1981, pp. 3-12.
62 - Importância do núcleo megalítico de Outeiro de Gregos. Serra da aboboreira, Baião, Arqueologia, vol. 3, Junho 1981.
63 - Dólmen (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 3, Junho 1981.
64 - O que pedem os arqueólogos aos outros cientistas?, Arqueologia, vol. 4, Dez. 1981.
65 - No centenário do nascimento de Teilhard de Chardin, Arqueologia, vol. 4, Dez. 1981.
66 - Mazouco (Freixo de Espada-à-Cinta) - nótula arqueológica (de colab. com S. O. Jorge, M. J. Sanches, J. P. Ribeiro), Portugália, nova sér., vol. II/III, 1981-82, pp. 143-148.
67 - Escavações do Campo Arqueológico da serra da Aboboreira 1980: a mamoa 1 de Outeiro de Gregos, Humanidades, Assoc. de Est. da FLUP, vol. 1, 1982.
68 - Le mégalithisme du Nord du Portugal: un premier bilan, Bulletin de la Société Préhistorique Française, vol. 79, 1, 1982.
69 - Note sur la statue-menhir de Faiões (Chaves, Nord du Portugal) ( de colab. com C. A. F. de Almeida), Bolletino del Centro Camuno di Studi Preistorici, vol. 19, 1982.
70 - A "Arqueologia" em 1982, Arqueologia, vol. 5, Junho 1982.
71 - Glaciação (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 5, Junho 1982.
72 - A Arqueologia e a Universidade: um ponto de vista, Arqueologia, vol. 6, Dez. 1982.
73 - O Neolítico - a emergência das sociedades agrícolo-pastoris na perspectiva da Pré-história, Arqueologia, vol. 6, Dez. 1982.
74 - A mamoa 5 de Outeiro de Gregos, um "tumulus" não megalítico da Serra da Aboboreira, Arqueologia, vol. 6, Dez. 1982.
75 - Madalenense (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 6, Dez. 1982.
76 - Lusitânia, Lusitanos (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 6, Dez. 1982.
77 - Megalitismo: um problema em equação, Mealibra, vol. 2, 1982.
78 - Megalitismo do Norte de Portugal: o Distrito do Porto - os Monumentos e a sua Problemática no Contexto Europeu, Porto, Fac. Letras, 2 vols. (dissert. de doutoramento, policopiada, deposta nas principais bibliotecas da especialidade).
79 - Descoberta de gravuras rupestres em Mazouco, Freixo de Espada-à-Cinta (Portugal) (de colab. com S. O. Jorge, M. J. Sanches, C. A. F. Almeida e M. T. Soeiro), Zephyrus, vol. XXXIV/XXXV, 1982, pp. 65-70.
80 - A propos d' un travail récent sur le mégalithisme du Nord du Portugal, L' Anthropologie, t. 87, 1, 1983.
81 - Evolução das teorias explicativas do megalitismo europeu, Humanidades, AEFLUP, vol. 2, 1983.
82 - Escavação das mamoas 2 e 4 de Meninas do Crasto. Serra da Aboboreira, Baião, Arqueologia, vol. 7, Junho 1983.
83 - Pré-história (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 7, Junho 1983.
84 - Nótula preliminar sobre uma nova estátua-menir do Norte de Portugal (de colab. com S. O. Jorge), Arqueologia, 7, Junho 1983, pp. 44-47.
85 - Gravuras portuguesas, Zephyrus, vol. XXXVI, 1983.
86 - Em torno de alguns problemas do megalitismo europeu, Arqueologia, vol. 8, Dez. 1983.
87 - Motivações religiosas do megalitismo pré-histórico europeu -tentativa de focagem antropológica, Vol. de Homenagem ao Prof. Doutor Fernando de Almeida, Lisboa, Associação dos Arqueólogos Portugueses, 1983.
88 - O papel da "Arqueologia" no contexto cultural português, Arqueologia, vol. 8, Dez. 1983.
89 - Uma data de radiocarbono para a mamoa 4 de meninas do Crasto, Arqueologia, vol. 8, Dez. 1983.
90 - Escavação da Mamoa 2 de Cabritos (Serra da Aboboreira - Amarante), Arqueologia, vol. 8, Dez. 1983.
91 - Três dólmens do distrito do Porto, Arqueologia, vol. 8, Dez. 1983.
92 - Carnac (alinhamentos de) (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 8, Dez. 1983.
93 - Megalitismo do Norte de Portugal: um novo balanço, Portugalia, nova série, vols. IV/V, 1983-84. Também publicado em Espanha, com o título: Problemática do Megalitismo do Norte de Portugal, Actas de la Mesa Redonda sobre Megalitismo Peninsular, Madrid, Assoc. Española de Amigos de la Arqueología, 1986.
94 - Pré-história. Significado, Metodologia, Programa e Conteúdo de uma Disciplina do Curso de História, Porto, IAFLUP, 1984.
95 - Megalitismo do Norte de portugal: novos elementos, Revista de Guimarães, vol. XCIV, 1984.
96 - Datas de C14 para o megalitismo do Norte de portugal: breve nota, Lucerna, Porto, nova série, vol. I, 1984.
97 - Escavação da Mamoa de Gestosa (Sandim, Vila Nova de Gaia), Gaya, vol. 2, 1984.
98 - É necessário incrementar a cooperação luso-espanhola no domínio da Arqueologia, Arqueologia, vol. 9, Junho 1984.
99 - Escavação da mamoa da Mina do Simão (Serra da Aboboreira - Amarante), Arqueologia, vol. 9, Junho 1984.
100 - Muge (concheiros de) (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 9, Junho 1984.
101 - Paleolítico (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 9, Junho 1984.
102 - Por um novo paradigma da Arqueologia, Arqueologia, vol. 11, Junho 1985.
103 - As mamoas de Cabritos (Serra da Aboboreira) (de colab. com Raquel Vilaça), Arqueologia, vol. 11, Junho 1985.
104 - Pedra (Idade da) (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 11, Junho 1985.
105 - Neolítico (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 11, Junho 1985.
106 - Mamoa (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 11, Junho 1985.
107 - Novas datações de radiocarbono para mamoas do concelho de Baião, Arqueologia, vol. 11, Junho 1985.
108 - Descoberta de pinturas megalíticas na Serra da Aboboreira, jornal Repórter do Marão, nº 21, 1985.
109 - Novas datas da radiocarbono para mamoas da Aboboreira, jornal Repórter do Marão, nº 77, 1985.
110 - Les monuments mégalithiques du Nord du Portugal, Groupe Vendéen d' Études Préhistoriques, vol. 14, 1985. 175. Também publicado em Probleme der Megalithgräberforschung (homenagem a Vera Leisner), Berlin, Walter de Gruyter, 1990, pp. 35-52.
111 - Recensão crítica a J. Lichardus et al., "La protohistoire de l' Europe", paris, PUF, 1985, Revista da Faculdade de Letras do Porto - 2ª série, vol. II, 1985.
112 - Uma datação pelo radiocarbono para a mamoa 5 de Outeiro de Gregos (Baião), Arqueologia, vol. 12, Dez. 1985.
113 - Les tumulus de Chã de Santinhos (Ensemble mégalithique de Serra da Aboboreira, Nord du Portugal), Arqueologia, vol. 12, Dez. 1985.
114 - A protecção do património arqueológico, Arqueologia, vol. 12, Dez. 1985.
115 - Cultura (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 12, Dez. 1985.
116 - Estações pré-históricas (tipos de) (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 12, Dez. 1985.
117 - Menir (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 12, Dez. 1985.
118 - Micrólitos geométricos provenientes de monumentos megalíticos do Norte de Portugal: breve nota, Trabalhos de Antropologia e Etnologia, vol. XXV, fasc. 2-4, 1985.
119 - Em torno das implicações do conceito de cultura em Arqueologia, Trabalhos de Antropologia e Etnologia, vol. XXV, fasc. 2-4, 1985.
120 - Recensão crítica a R. Joussaume, "Des Dolmens pour les Morts", Paris, Hachette, 1985, Portugalia, nova série, vols. VI/VII, 1985-86.
121 - Sobre a importância de se organizar a Arqueologia portuguesa por meio de projectos e de se definir uma hierarquia de competências de quem neles intervém, Arqueologia, vol. 13, Junho 1986.
122 - Seixos afeiçoados (complexos industriais de) (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 12, Junho1986.
123 - Caçadores-recolectores (sociedades de) (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 12, Junho 1986.
124 - Arado (pré-história do) (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 12, Junho 1986.
125 - Estado (Teorias sobre a origem do) (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 12, Junho 1986.
126 - Polymorphisme des tumulus préhistoriques du Nord du Portugal: le cas d' Aboboreira, Bulletin de la Société Préhistorique Française, t. 83, 6, 1986.
127 - Les monuments mégalithiques du Nord du Portugal, The Neolithic of Europe, Londres, Allen & Unwin (public. policopiada das comunic. apresentadas ao "World Archaeological Congress, Southampton), 1986.
128 - Etno-Arqueologia: o que é?, Arqueologia, vol. 14, Dez. 1986.
129 - O projecto do Campo Arqueológico da serra da Aboboreira (Norte de Portugal): resultados de oito anos de trabalho, Revista da Faculdade de Letras do Porto, 2ª série, vol. III, 1986.
130 - Menir de S. Bartolomeu do Mar (Esposende) ( de colab. com A. M. Baptista e A. H. B. Gonçalves), Boletim Cultural de Esposende, vols, 9-10, 1986.
131 - O fenómeno megalítico no território português, Actas do Congresso "Os Portugueses e o Mundo", Porto, Fund. Eng.º Ant.º de Almeida.
132 - Escavação da Mamoa 3 de Meninas do Crasto. Serra da Aboboreira (Baião) ( de colab. com S. O. Jorge, S. F. Costa, J. A. Cleto), Trabalhos de Antropologia e Etnologia, vol. XXVI, fasc. 1-4, 1986, pp. 75-93.
133 - Arte rupestre em Portugal, Trabalhos de Antropologia e Etnologia, vol. XXVI, fasc. 1-4, 1986.
134 - "Monumentalização" e "necropolização" no megalitismo europeu, Trabalhos de Antropologia e Etnologia, vol. XXVI, fasc. 1-4, 1986.
135 - Megalitismo de Entre-Douro-e-Minho e de Trás-os-Montes (Norte de Portugal): conhecimentos actuais e linhas de pesquisa a desenvolver, Revista da Faculdade de Letras do Porto, 2ª série, vol. IV, 1987. Trabalho também publicado em Espanha, no vol. El Megalitismo en la Península Ibérica, Madrid, Ministério de Cultura, 1987.
136 - Linhas de força da evolução do homem durante a Pré-história, História, vol. 99, 1987.
137 - Escavaciones en la Sierra de Aboboreira, Koyné, vol. 6, Madrid, 1987.
138 - Projectar o Passado. Ensaios sobre Arqueologia e Pré-história, Lisboa, Ed. Presença, 1987 (recolha de alguns dos textos citados anteriormente).
139 - Indo (Civilização do) (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 15, Junho 1987.
140 - Aboboreira (Campo Arqueológico da Serra da) (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 15, Junho 1987.
141 - Uma mamoa megalítica como fonte de informação arqueológica e paleoecológica: algumas reflexões, Trabalhos de Antropologia e Etnologia, vol. XXVII, 1987.
142 - Homenagem ao Doutor Eduardo da Cunha Serrão, Arqueologia, vol. 16, Dez. 1987.
143 - As mamoas de Furnas (Serra da Aboboreira) ( de colab. com S. O. Jorge, S. F. Costa e J. A. Cleto), Arqueologia, vol. 16, Dezembro 1987, pp. 19-50.
144 - Escavação da Mamoa 4 de Chã de Parada (Baião, 1987) (de colab. com M. Moreira), Arqueologia, vol. 16, Dezembro 1987.
145 - A "estátua-menir" da Bouça (Mirandela) ( de colab. com M.ª de J. Sanches), Arqueologia, vol. 16, Dez. 1987.
146 - Megalitismo da Grã-Bretanha (túmulos) (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 16, Dez. 1987.
147 - Megalitismo da Irlanda (túmulos) (ficha extra-texto), Arqueologia, vol. 16, Dez. 1987.
148 - Arte rupestre en Portugal, Revista de Arqueología, Madrid, vol. 76, 1987.
149 - Nótula sobre o dólmen da Barrosa (Caminha, Viana do Castelo), Cadernos de Arqueologia, série II, UAUM, 4, 1987.
150 - Materiais provenientes de dólmens de Escariz, Arouca (escavações de Domingos de Pinho Brandão), Cadernos de Arqueologia, série II, UAUM, 4, 1987, pp. 211-226.
151 - Mégalithisme portugais: questions soulevées par des recherches récentes. I. Le dispositif d' entrée dans les dolmens à couloir court (Nord du Portugal),
152 - Aboboreira: breve evocação da génese e dos objectivos de um projecto, Arqueologia, vol. 17, Junho 1988.
153 - Campo arqueológico da Serra da Aboboreira. Arqueologia do Concelho de Baião. Resultados de 10 anos de trabalho, Arqueologia, vol. 17, Junho 1988.
154 - Sondagens arqueológicas na mamoa 1 de Chã de Parada (Baião, 1987) ( de colab. com A. Bettencourt), Arqueologia, vol. 17, Junho 1988.
155 -Datas de Carbono 14 para a Mamoa de Chã de Parada 4 (Baião), Arqueologia, vol. 17, Junho 1988.
156 - Arqueologia e paleoecologia: algumas reflexões, Paleoecologia e Arqueologia, Famalicão, Câmara Municipal, 1988.
157 - O abrigo com pinturas rupestres da Fraga d' Aia (Paredes da Beira - S. João da Pesqueira) - notícia preliminar (de colab. com S. O. Jorge, A. M. Baptista, M. J. Sanches, E. J. Lopes Silva, M. S. S. e A. L. Cunha), Arqueologia, 18, Dezembro 1988, pp. 109-130.
158 - A Fraga d' Aia (Paredes da Beira - S. João da Pesqueira) - Arte rupestre e ocupação pré-histórica ( de colab. com A. M. Baptista e M.ª de Jesus Sanches), Trabalhos de Antropologia e Etnologia, vol. 28, fasc. 1-2, 1988, pp. 201-226.
159 - Sessão de encerramento [ do Colóquio de Arqueologia do Noroeste Peninsular]. Alocução, Trabalhos de Antropologia e Etnologia, fasc. 3-4, 1988, pp. 349-352.
160 - Um exemplo de Arqueologia espacial no Norte de Portugal: a Serra da Aboboreira e o fenómeno megalítico, Arqueologia Espacial, Teruel, 1988, pp. 49-60.
161 - Novas datas de carbono 14 para mamoas da Serra da Aboboreira (de colab. com F. Alonso e G. Delibrias), Arqueologia, vol. 18, Dezembro 1988.
162 - Instituto de Arqueologia da Faculdade de Letras do Porto, Arqueologia, vol. 18, Dezembro 1988.
163 - (Coord.), Actas do Colóquio de Arqueologia do Noroeste Peninsular, Trabalhos de Antropologia e Etnologia, vol. 28, Porto, SPAE, 1988 (2 vols.).
164 - Novos elementos sobre o megalitismo da Serra da Aboboreira (Baião) (de colab. com S. O. Jorge, I. Figueiral, G. Delibrias, M. Fontugne, P. Cabral e M. Soares), Portugália, nova sér., vol. IX-X, 1988-89, pp.101-104.
165 - Nótula sobre dois vasos pré-históricos encontrados em Coca (Paredes) (de colab. com S. O. Jorge e M. J. Sanches), Portugalia, n. s.., IX-X, 1988-89, pp. 105-107.


VOJ